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PCERJ em Ação

Homem acusado de crimes de contrabando e contra a ordem tributária e econômica é preso por policiais da DRCPIM

Fotos: Divulgação

ASCOM - Assessoria de Comunicação
10/10/2018 14h22 - Atualizado em 11/10/2018 18h15

Policiais da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) prenderam, na terça-feira (09/10), Antônio Carlos Merêncio da Silva, de 38 anos, acusado de crimes de contrabando e contra a ordem tributária e econômica. Somadas, as penas pelos dois crimes podem resultar em condenação de até 10 anos de reclusão.

Os agentes apreenderam cerca de oito mil maços de cigarros da marca Gift, supostamente contrabandeados do Paraguai. A ação da Polícia ocorreu no Terreirão, região dominada por grupos paramilitares que controlam a venda de gás; transporte alternativo; TV a cabo pirata e distribuição de água.

Antônio foi preso em uma padaria, na Avenida Guiomar de Novaes, no Recreio dos Bandeirantes e não ofereceu resistência. O caso será encaminhado para a Justiça Federal.

Essa operação foi batizada de “Fumaça Negra”. Os policiais civis percorreram vários endereços nas regiões Oeste, Norte e Sul do Rio.
Somente na cidade do Rio de Janeiro, cigarros do Paraguai podem ser comprados em 530 estabelecimentos legalizados, que têm alvará de funcionamento e CNPJ registrado na Receita Federal. E esse número passa de 900, se forem incluídas as outras cidades da Região Metropolitana do Rio.

De acordo com a Polícia, o mercado ilegal de cigarros movimentou R$ 1 bilhão no estado em 2017. Empresários do ramo de cigarros revelam que o tráfico e a milícia já exploram a venda do produto em um terço dos 162 bairros da capital do Rio. Na Zona Norte, por exemplo, 34% dos estabelecimentos já vendem cigarros ilegais.