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PCERJ em Ação

Dois homens acusados de venda de bebidas falsificadas são presos em Bangu por policiais da DRCPIM

Fotos: Reprodução/TV

ASCOM - Assessoria de Comunicação
10/10/2018 15h39 - Atualizado em 10/10/2018 15h39

Policiais da Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) prenderam, na terça-feira (09/10), Tiago Ferreira e Rômulo da Conceição, acusados de venda de bebidas falsificadas.

Os agentes descobriram uma fábrica clandestina de bebidas, nos fundos de um imóvel em Mar da Prata, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. O local, repleto de tonéis, pertence à milícia, de acordo com a Polícia.

No local, havia centenas de garrafas de marcas famosas de vodka, cada uma comercializada por até R$ 700. O grupo também é suspeito de falsificar uísque.

Na bebida eram misturados álcool e água. A investigação policial durou dois meses até desbaratar essa quadrilha.

A Polícia agora quer descobrir para quem a quadrilha fornecia as bebidas falsificadas e se donos de restaurantes estavam sendo pressionados a comprar o estoque dos criminosos. Cerca de 30% do comércio no Rio pode estar vendendo bebida adulterada.

Enganar o consumidor e falsificar bebidas são crimes com penas de até 17 anos de reclusão. Donos de restaurantes (alguns de luxo) de Jacarepaguá, Barra da Tijuca e da Zona Sul do Rio também poderão ser presos, ainda segundo a Polícia.

Em junho passado, agentes prenderam parte dessa quadrilha de falsificadores de bebidas na Gardênia Azul, em Jacarepaguá, também na Zona Oeste do Rio.