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PCERJ em Ação

Operação Arca de Noé prende 18 envolvidos em tráfico de drogas na Baixada Fluminense

Fotos: Paulo Toscano

ASCOM - Assessoria de Comunicação
04/12/2018 15h29 - Atualizado em 04/12/2018 15h56

Dezoito pessoas foram presas, na manhã desta terça-feira, durante a Operação Arca de Noé, desencadeada por policiais da 65ª DP (Magé), com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Rio - MPRJ. A ação visava cumprir 36 mandados de prisão e dois de apreensão de menores contra uma quadrilha de traficantes que atua na localidade da Pinguela, bairro Lagoa, em Magé, na Baixada Fluminense.
Além de Magé, os mandados foram cumpridos em Petrópolis, Teresópolis, Niterói, Maricá, Cabo Frio, Rio das Ostras e no município do Rio. Na ação, nove pessoas foram presas hoje e as outras nove, que já estavam presas, tiveram os mandados de prisão cumpridos.

O chefe do bando, Leonardo Pinto Salvador, conhecido como Léo Tite, foi localizado pelos agentes em Senador Camará. “Uma das características da quadrilha era a participação de muitas mulheres na organização criminosa, que cediam suas contas bancárias pessoais para “lavar o dinheiro proveniente da venda das drogas”, comentou o delegado ao apontar o envolvimento da companheira de Léo, Gleice Rangel Neto, que já se encontrava presa.

Foram presos Alcemar Vargas da Costa, Douglas Sena Vieira Rogério, Leonardo Vieira Camara, Lucas Coelho da Silva, Marcelo cunha, Marcos Antônio Rangel da Silva, Marcos Vinicios Pinheiro Menezes, Paulo Cesar Lourenço Santos e Uelinton Vargas da Costa. Os agentes cumpriram mandados de prisão contra Ana Lúcia Brusdzenski, Bruno Guedes Faria, Diego de Castro Macedo, Edson Jorge Ramos, Gleice Rangel Neto, Leonardo Pinto Salvador, Mariana de Souza Pereira, Solângela Vargas da Costa e Uallace de Araújo Ramos.

Segundo o delegado Angelo Lages, titular da 65ª DP, a quadrilha mantinha o domínio da região aterrorizando a população local através de crimes de tentativa de homicídio, extorsão, receptação, corrupção de menores, artefato explosivo ou incendiário, porte ilegal de arma de fogo e lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores.

De acordo com as investigações, a quadrilha atuava há cerca de dois anos na região e movimentava a quantia de cerca de R$ 50 mil por semana com a venda de drogas.

De acordo com as investigações, a organização criminosa é responsável por diversos crimes envolvendo extorsão, corrupção de menores, receptação, tentativa de homicídio, tráfico de drogas, lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores, entre outros crimes.

A quadrilha era dividida em três grupos. A parte operacional era liderada pelo chefe da organização, o Léo Tite. O logístico fornecia condições materiais e apoio à organização criminoso, enquanto que o financeiro fornecia contas bancárias para a lavagem do dinheiro.