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PCERJ em Ação

Acusado de homicídio ocorrido em 1997 é capturado por agentes da Desarme com apoio do Gaeco do Rio Grande do Norte e da Polícia Civil de Goiás

Fotos: Reprodução/Vídeo

ASCOM - Assessoria de Comunicação
11/10/2018 13h59 - Atualizado em 11/10/2018 13h59

O pedreiro Gilson Pegado da Silva, conhecido como “Biléu”, é acusado de ter matado, em 1997, a publicitária Silvia Mannu com mais de 20 facadas. Ele foi capturado na quarta-feira (10/10), na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio. Gilson foi capturado em ação integrada entre a Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme); o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), órgão do MP do Rio Grande do Norte e a Polícia Civil do Estado de Goiás.

De acordo com a Polícia, Gilson estava na casa dele quando foi preso e usava uma identidade falsa. Ele confessou ter cometido o crime no dia 23 de setembro de 1997, após invadir uma residência no bairro de Ponta Negra para praticar um roubo. Foi surpreendido pela reação da moradora, a publicitária Sílvia Mannu, à época com 34 anos de idade, que acabou assassinada com 23 facadas na frente da filha, de apenas 3 anos. O crime chocou a toda a sociedade pela brutalidade com que foi cometido.

Passando a responder em liberdade pelo crime de latrocínio, Gilson Pegado fugiu e até então não havia sido localizado, o que prejudicou a continuidade da ação penal. O Gaeco passou a auxiliar nas investigações que levassem ao seu paradeiro e conseguiu localizar um homem por nome de André Lima de Macedo. Os indícios apontavam no sentido de se tratar de Gilson.

Com a cooperação da Polícia Civil do Estado de Goiás, através da aplicação de técnicas de projeção de idade, reconhecimento facial de imagens e exame prosopográfico, foi possível concluir que André Lima de Macedo, era, em verdade, Gilson Pegado, o foragido.

Com o apoio da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, através da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) e a pedido do Gaeco potiguar, foi possível a localização e a captura do foragido.

Gilson deverá ser transferido para uma unidade prisional no Rio Grande do Norte, onde aguardará julgamento após passar 21 anos foragido. Também passa a responder pelo crime de uso de documento falso na cidade do Rio de Janeiro.